O que é o SGB?

 

O Social Good Brasil é uma Organização da Sociedade Civil que existe há 7 anos. Parceira da Fundação das Nações Unidas, que lidera o +Social Good no mundo, é precursora do incentivo ao uso de tecnologias, dados e competências do futuro para o bem comum, gerando impacto socioambiental positivo. 

Visando ao bem-estar social e coletivo, acreditamos que esse “bem comum” será alcançado por meio dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela Organização das Nações Unidas (ONU).

 

Acreditamos em uma sociedade mais humana na qual a tecnologia serve para o bem comum. Este é nosso impacto esperado para um mundo melhor.


Os problemas sociais que o SGB quer contribuir para reduzir:

Como organização social, servimos à sociedade em toda a sua coletividade e visamos a contribuir na solução, ou ao menos amenizar, alguns problemas sociais urgentes. Alguns desses problemas são relacionados, inclusive, a consequências do acelerado desenvolvimento tecnológico, tais como: 

  1. Direitos humanos na Era digital. O direito à informação é um direito humano; a assimetria de informação, é a falta de acesso à informação, conexão, internet e tecnologia que impede a consolidação de sociedades equitativas, dificulta as garantias democráticas, o direito à privacidade de dados e à cidadania, além de gerar e reafirmar desigualdades históricas.
  2. Acesso a informações confiáveis na era das fake news. Informação é poder, cidadania e um direito. As notícias falsas têm 70% mais chance de serem compartilhadas do que uma verdadeira (estudo do MIT). Quando tratam de política, as fake news têm 3x mais chance de atingir um público do que notícias falsas sobre outros temas. Cidadãos têm direito a fatos; apenas com dados, informações e notícias reais, de qualidade, é possível ter noção sobre problemas sociais, questões políticas e cidadãs, dando foco ao que realmente requer a atenção da sociedade.
  3. Um futuro do trabalho incerto em que novas habilidades serão necessárias. Habilidades e competências como ética, criatividade e experimentação, coragem e resiliência, são essenciais para viver em um mundo com a disseminação de tecnologias podendo ser usadas para o bem e para o mal. Além disso, numa época de Inteligência Artificial assumindo e automatizando processos, é imprescindível aos profissionais do futuro serem alfabetizados e capacitados no uso de dados e tecnologias para se diferenciarem de uma máquina.
  4. O papel das organizações como investidores e formuladores de políticas públicas. Empresas, Institutos, Fundações e são fundamentais para aplicar investimentos sociais; Governos são vitais na criação de políticas públicas informadas. Quando essas ações são baseadas em dados, evidências e no princípio da transparência, é possível direcionar os recursos para as áreas prioritárias e mais urgentes à população. Além disso, existe prestação de contas e boa governança contra a corrupção em todos os setores. Para o SGB, a fluência em dados está entre as habilidades do futuro que podem ser transportadas para a realidade organizacional.

 

Qual a intervenção do SGB para resolver problemas sociais?

Os três pilares de atuação do SGB são: inspirar, conectar e capacitar. A nossa razão de existir consiste na conexão entre tecnologias e competências do futuro; e, com o melhor uso da tecnologia, exponencializar impacto positivo no Brasil e no mundo. 

Inspiramos, conectamos e capacitamos por meio dos nossos programas: Fellows SGB, Festival SGB e Formações SGB

Além dos programas do SGB, somos co-líderes junto à Fundação Telefônica Vivo, do Movimento Data for Good – Dados para Impacto Positivo – no Brasil, que busca engajar pessoas e organizações para usar dados de maneira ética, consciente e com o objetivo de gerar impacto positivo. Dessa forma, promovemos que investimento social e políticas públicas sejam cada vez mais baseados em evidências. 

 

O que são as competências do futuro?

O SGB trabalha coletivamente com a Agenda 2030 para que alcancemos os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que incluem educação, sustentabilidade, igualdade de gênero, redução das desigualdades, erradicação da pobreza, entre outros. (Acesse os ODS aqui).

Para atingir os ODS numa era digital, a fim de solucionar problemas sociais, será necessário que as pessoas desenvolvam uma série de habilidades socioemocionais e profissionais, as quais chamamos de competências do futuro

 

  1. Autoconhecimento protagonista: Trabalho de autoconhecimento (inner work), capacidade de se conectar consigo mesmo, inteligência emocional, inteligência intrapessoal*, domínio do stress, nova postura em relação a fracassos e medos.
  2. Foco no ser humano e empatia: Apreciação pela diversidade, perceber o coletivo, liderança, inteligência interpessoal*, capacidade de se relacionar com o outro empaticamente.
  3. Criatividade e experimentação: Tentativa e erro como algo natural – assim como o sentimento de frustração, busca de soluções inovadoras para velhos problemas, inteligência criativa*.
  4. Coragem e resiliência: Ação, capacidade de se adaptar às mudanças, capacidade de se reinventar, capacidade de aprender o novo, inteligência “aprendedora”*.
  5. Fluência em tecnologias e dados: Inteligência inter-artificial*, compreensão das potencialidades das tecnologias sem precisar ser especialista em cada uma delas, capacidade de pensar em estrategicamente em dados, em tomar decisões orientado por dados, empoderamento sobre os dados proprietários, capacidade de navegar nas tecnologias e desenvolvê-las para algo útil.
  6. Capacidade de engajamento (Novo Poder): Capacidade de engajar indivíduos numa era hiperconectada. Esta capacidade prevê uma mentalidade de movimento, em que os indivíduos participam e não apenas consomem informação, eles são protagonistas ativos.(Conceitos baseados no livro “O Novo Poder”, de Henry Timms).